Xerazade da quarentena

Dormir até mais tarde. Quase 09hs, que alívio, menos dia pra passar por ele enquanto ele passa por mim.

Notícias preocupantes. Lá de fora. Aqui de perto. E de dentro.

Presente de aniversário do cunhado vizinho: sopa.

Daí teve o pronunciamento do presidente. E sabe aquela história do “nem todo”? Nem todo homem, nem todo hétero, nem todo isso ou aquilo? Pois tá na hora dos “nem todo rico” se apresentar pro trabalho e tirar esse imbecil da cadeira nem que seja no tapa. Ou na guilhotina.

Continuo apaixonadinha pelo Spencer Reid.

Projeto Xerazade da quarentena.

Pedi e ganhei da querida Maria Angélica a receita de bolo de banana com canela. Claro que já não tenho mais bananas então vou ficar só imaginando o sabor por um tempo.

As vontades mais estranhas: mimosa com sanduichinho frio de salsicha. E morrer sem dor.

Um amor em technicolor.

Não ter a palavra, o encanto, a memória. Não ter o som, o ritmo, o momento. Não ter a conversa, o cheiro, o rosto, não ter o melhor ângulo, a frase precisa, a passagem comprada, não ter o motivo, o andar, a aparência nem a receita. Não ter a idade, a bagagem, o sorriso, a vontade, a coragem. Nem mesmo uma boa história. Ter só o sem jeito, a esperança e alguma tristeza.

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2 comentários em “Xerazade da quarentena

    1. Não gostei, confesso. Acho que ele era mesmo apaixonadinho no começo, mas penso que ele (e ela) viveram muita coisa, achei uma bengala fraca, mas como as tramas pessoais não são exatamente o forte da série (apesar das tentativas), eu perdôo.

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